Enquanto consumia meus seios, meu corpo arqueava oferecendo-se em sacrifício. Era tudo tão feroz e ávido que seus braços jovens e fortes tentavam segurar com força minhas coxas grossas que mal cabiam em suas mãos confusas, ora me agarrando, ora segurando firme meu cabelo como rédeas para demonstrar com quem estava o controle.
Eu já o deixava me dominar e quando ele coube em mim foi como se a presa e o predador selassem seu destino. Cavalguei como uma amazona e poucas palavras de delírio proferidas no ar depois, eu estava posta tal qual uma cadela no cio perdida entre a dor e o prazer de ofertar o que me era mais precioso.
Seu prenúncio de deleite parafraseado ao pé do ouvido me levava a loucura como se sua satisfação também me transformasse. Sentir seu êxtase escorrer por entre minhas nádegas, findou a perversidade que aos poucos foi dando lugar novamente ao semblante brando enquanto recuperava o ar.
Mas quando olho em seus olhos amendoados ele sempre parece a espreita.